Da fila do dia ao registro da tratativa em uma única tela.
Case anonimizado. Marca, nomes de empresas e todos os números foram substituídos por dados fictícios; as decisões de estrutura e interface são as do projeto real.
A jornada comercial estava distribuída entre diferentes soluções, criando a oportunidade de consolidar a experiência em um fluxo mais integrado.
A migração revelou a chance de repensar a jornada como um todo, com visão 360° do cliente.
O projeto também exigiu estruturar indicadores capazes de acompanhar eficiência, experiência e adoção da nova jornada.
Reduzir registros duplicados e a reentrada de dados, simplificando a operação e eliminando retrabalho.
Percepção dos gerentes sobre a experiência com o Radar, identificando pontos de melhoria e evolução.
Uso recorrente do Radar pelos gerentes, indicando a incorporação da solução à rotina comercial.
Impacto no volume de negócios gerados a partir das oportunidades trabalhadas no Radar.
Percentual de oportunidades que evoluem para negócio.
O peso cognitivo da “cópia mental de dados”
O cliente tratado ontem reaparece como prioridade hoje.
“A gente tem muito quantitativo, mas o qualitativo não tem onde viver.”
“Eu criei uma planilha com mais de 20 links só pra me organizar.”
O benchmark cobriu suítes globais de CRM financeiro, plataformas de mid-market, soluções nacionais de prospecção e o estado da arte dos bancos brasileiros. Serviu para separar o que era limitação de ferramenta do que era limitação de método.
Plataformas anonimizadas.
Antes das telas, a estratégia: o que o gerente precisa resolver, em que ordem a carteira é lida e o que cada tipo de cliente pode receber.
Prioridade clara: Lista ordenada por score (NBA).
Visão 360º: Histórico, compromissos e pipeline na mesma tela.
Meta conectada: Cada ação nasce atrelada ao avanço da meta.
Sinais orientados a ação: Alertas por estágio do cliente, não por sistema.
Quatro frentes evoluíram em paralelo, refinando continuamente experiência, regras de negócio e viabilidade técnica.
Em vez de wireframe estático, cada hipótese virou versão navegável rodando no navegador desde a primeira semana. As reuniões passaram a discutir hierarquia olhando o produto funcionando.
Algumas premissas comerciais precisavam evoluir; outras eram inegociáveis. Refinamos com o negócio priorização, autonomia, recência e metas, equilibrando experiência e objetivos comerciais.
A proposta virou pitch para alinhar as frentes e construir consenso antes da implementação.
Os componentes padrão da plataforma não atendiam à experiência proposta. Com engenharia, validamos viabilidade, limitações e escalabilidade do novo componente.
A defesa técnica sustentou sua adoção como padrão configurável da plataforma.
Refinamento da experiência no Figma, contemplando estados e cenários de erro, alinhamento ao Design System proposto, validação dos fluxos, documentação da solução e handoff para QA.
Tratar viabilidade técnica e regras de negócio junto com a interface, desde o dia zero.
A tela abre em Prioridades do dia, com a fila de tratativas recomendadas. A aba Carteira concentra metas, filtros e a base completa de clientes.
Evolução do produto, homologação do MVP e critérios de sucesso do piloto.
Mapeamento de melhorias e possibilidades futuras que ficaram fora do escopo atual, organizadas para evolução nos próximos Qs.
Validação com dados mockados, verificando regras de negócio e operações de CRUD antes do piloto.
Eficiência, retrabalho e adoção orientam o piloto. O CSAT foi incorporado à solução para acompanhar a percepção dos gerentes e apoiar os próximos ciclos.